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Depois de um mau resultado, decidi relaxar indo pra um barzinho. Alguns amigos e muitos desconhecidos, mas que logo passariam a ser conhecidos, e minha verdinha acompanhando. Entre os grupos alguns se destacavam, mas acho que pelo resultado da noite anterior não estava no clima de caça, um de inicio não me chamou muita atenção, não por não ser atraente, pelo menos pra mim. Gosto daquele tipo de homem com barba pra fazer, barriga e que sabe de mais do universo Marvel ou DC do que os dez melhores barzinhos e/ou baladas. Mesmo tremendo por dentro ao ouvir sua voz meio rouca, me desliguei por quase não ter passado tempo razoável conversando.

Para minha surpresa, aquele cara que não mostrou nem interesse em falar comigo, me encontrou em uma rede social e passou seu MSN, adicionei, algo fazia querer aquele contato, passamos a conversar com regularidade.

Em outra ida aquele mesmo barzinho, uma mudança naquele homem. O controle dele me irritava ao mesmo tempo em que seu olhar brincava comigo, me provocava, queria aquele olhar à noite inteira em mim, quando sentia que ele me olhava, uma vontade crescia violentamente em mim, acho que ele percebeu, e decidiu brincar mais comigo, assim que encostei em um carro, ele se posicionou e começou a jogar, me olhava enquanto avaliava com as mãos meu corpo, num toque discreto e  forte mas gostoso, que arrepiava e me deixava desarmada. Por mais que eu tentasse controlar, cada vez mais estava nas mãos dele e ele parecia adorar aquilo.

Depois daquela noite os jogos começaram, mesmo sem ver aquele olhar de novo,

Essa estampa me arrepia só de olhar depois daquele dia…

cada vez estava mais inquieta com ele, sentia o cheiro dele em alguns lugares aleatórios e já vinha a imagem ali na minha frente e aquela vontade de arrancar da camisa de flanela a calça jeans, encarnar o justiceiro daquela camiseta e provocar nele o que provocava em mim. As vezes que sabia que o encontraria tentava provocar, mas sem resultados. Num dia em que tinha planejado outra dose de tentativas de provocar aquele homem, mas havia sido previamente avisada que ele não iria, me arrumei um pouco mais, tentaria arrumar uma maneira de ele me ver daquele jeito posteriormente e ficar imaginando o “se tivesse ido”.
A surpresa foi ver ele chegar, não demonstrou animação ao me ver arrumada e começou a brincar comigo como passatempo entre algumas conversas, o pensamento que outra vez eu teria que recorrer aos meus dedos e imaginação já estava latente. As horas foram passando, e eu já estava pensando em coisas mais básicas, como o meio de chegar em casa e um jeito de acabar com aquele sono que tava tomando conta de mim.

Não sei se de propósito ou sem querer, pediram e ele concordou em me levar para casa, entramos no seu carro e aquele cara que era indiferente me quis, queria me aproveitar daquilo. Todos meus sentidos focaram nele, suas mãos na minha pele que ficava cada vez mais amostra, sua língua e seu hálito me arrepiando, mas logo voltou ao “normal” e seguimos viagem, para minha frustração. A rota original foi mudada, fomos para a casa dele, mas logo a animação foi embora, outra vez nada parecia que ia acontecer. Quando eu menos esperava, ele voltou a mexer comigo, mas de forma mais intensa, me prensou contra a parede, o frio dela e o contraste com seu hálito no meu pescoço e seu corpo roçando no meu,  me fizeram tremer de tesão, em poucos movimentos eu já estava usando só calcinha e entregue a ele, que se divertia ao me ver assim.

Só depois de jogar comigo, ver quanto eu aguentava, me deu o que tanto quis, mas sempre no controle, descobrindo meu corpo, meus pontos fracos e usando contra mim. A cada gemido um sorriso no canto da boca de satisfação dele, o controle dele ainda me irritava, não conseguia não gemer, era a reposta do meu corpo a ele, já estava toda entregue, independente da mente, o tesão era maior… mas o maior prêmio foi o meu, o seu gosto na minha boca…

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