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Logo que desperto fico sem norte, naquela vez não foi diferente, o que mudava era o cenário. Demorei alguns segundos para ver todo aquele quarto, e por fim o homem que eu fui dormir pela primeira vez na noite anterior, ele estava de short por cima da cueca [por ficar incomodado ao ficar nu sem propósito (sexo ou banho), acho engraçado isso, mas nele fica charmoso], com o peito peludo à mostra e me olhando, quase que me analisando.

Achei aquilo engraçado, era quase como mudar de papel, já que eu que tenho mania de olha-lo, adoro ver e sentir seu corpo, fico assim por horas se possível. Ri pensando nisso, ele me deu bom dia e se inclinou para mim, não resisto a sua boca, quase fico hipnotizada sempre que a vejo, não pelas lembranças das coisas deliciosas que ele faz com ela ou não só isso, mas sempre que vejo é como se tivesse um pedido exigente de beijos e mordidas. Aquele beijo me acordou e acordou meu desejo por sexo, minhas mãos já trabalhavam (uma em seus cabelos o puxando outra percorrendo seu corpo) e as mãos dele no meu, minhas pernas logo formaram um “laço” e o puxaram para mim.

Assim que senti nossos corpos encaixarem um arrepio surgiu e soltei um gemido baixo, ele num toque suave já tirava a camiseta e a calcinha que me cobriam, descia pelo meu corpo parando no meu peito, enquanto brincava com um em sua mão o outro era alvo da sua língua, que me fazia contorcer de prazer. Desceu por minha barriga, parou na virilha, mordiscou, beijou e olhou para mim com ar de traquinagem, passou direto para minhas coxas, subiu e então usou língua e dedos para me fazer mais vontade.

Puxei-o para mim, o beijei enquanto tirava seu short e cueca com as mãos (com certa ajuda), ele intensificou o beijo, que só foi interrompido pelo tremor assim que o senti em mim, as estocadas mudavam de velocidade, mas todas eram intensas, e eu acabava soltando gemidos no ritmo que ele coordenava aquele vai-e-vem, quando saia quase que por completo e de uma só vez entrava novamente meu corpo se contorcia involuntariamente, quase perdia a visão do seu rosto.

Minhas pernas já tremiam, nossos corpos já gotejavam de suor, então ele parou, saiu de mim e gozou, senti aquele liquido quente na barriga e sua respiração pesada no meu pescoço. Deitou ao meu lado e me abraçou, e eu fiquei ali, admirando aquele homem, brincando de lousa mágica em seu peito (para ódio dele), olhando de canto de olho aquele corpo que me dá tanto tesão.

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