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Em uma sexta feira comum, daquelas onde não se tem perspectiva de nada, recebi um sms, que fez aquele dia começar a valer a pena. Em uma troca rápida de mensagens de texto foi decidida a fuga que eu tanto precisava, logo que sai do trabalho, me arrumei para fugir um pouco desse caos que envolve todos que moram em São Paulo.

Na catraca do metrô, a cada leva de pessoas procurava aquele que seria meu coelho branco, assim que o encontrei me perdi no seu corpo, que me envolvia facilmente,saímos dali antes que infringíssemos a lei por atentado ao pudor.

Ele me guiou entre as ruas até o hotel, onde finalmente pude deixar o mundo do lado de fora daquela porta, o que me importava era aquele homem, minha atenção estava naquele corpo, que ficava cada vez mais exposto me hipnotizando ainda mais.

Logo nossas respirações estavam fortes e rápidas,  seu corpo cada vez mais colado ao meu, eu o sentia interna e externamente, não conseguia não olhar para ele ali, as caras que fazia, sua tatuagem sendo realçada pelo suor, suas mãos brincando com meu corpo e aquela boca se movendo ao balbuciar sacanagens entre gemidos.Me perco naquela boca, principalmente no momento em que se move ao soltar aquele gemido que acaba meio rouco pelo corpo desabando momentaneamente por perder as forças.

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