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A cada dia sentia a dor de sua ausência, engraçado como certas pessoas ficam impregnadas na pele, o cheiro, o gosto, o toque.
Não conseguia lembrar há quanto tempo o vira, porém a situação era impossível de esquecer, acabara de perder uma reunião, o tempo estava ameno, tinha a tarde para relaxar, deixou o carro num estacionamento próximo e foi andar pelo centro de São Paulo, divagava sobre questões banais, em como era impossível passar entre a Av. Ipiranga e a Av. São João e não lembrar da música do Caetano.
Estava elegante em meu vestido preto na altura dos joelhos, sapatos com saltos alto, para compensar sua altura, por baixo usava uma lingerie mínima, com meias de cinta liga para sentir-se ainda mais confiante.
Percebeu a sua frente um café pequeno, sentou e pediu um expresso, sentia o vento fresco da tarde, olhava para as pessoas que passavam e em particular reparou em um homem, ao longe parecia alto, estava elegante em um terno bem cortado, usava óculos escuros, o estranho sorria para ela, timidamente sorriu em resposta, o estranho continuou seu caminho. 
Levantou-se, pagou o café e decidiu que já era hora de ir embora, ainda estava intrigada com o estranho, sentiu um frio na espinha, daqueles de antecipação, mas não deu muita atenção.
Durante o caminho de volta, teve a impressão de que estava sendo seguida, passou em frente há um dos muitos cinemas antigos, quando sentiu alguém tocar lhe o ombro, virou-se e deparou com o estranho, que surpreendentemente era ainda mais bonito de perto, seus olhos eram escuros, daqueles profundos, a barba por fazer era sexy e o perfume inebriava, não conseguia tirar os olhos do estranho que a controlava com o olhar, a eletricidade era palpável, num ímpeto beijou sua boca.
Seus lábios eram firmes, exigentes, suas mãos puxavam sua nuca para perto, sentia o mundo girar devagar, o estranho interrompeu o beijo e a guiou para um dos muitos hotéis baratos no centro, aqueles que pessoas comuns não teriam coragem de entrar.
Entraram num quarto decadente, sentia-se guiada pelo instinto, ela era dele, era sua puta, faria o que seu macho ordenasse, ele mandou que tirasse as roupas, ficasse só de lingerie, meias e saltos, ajoelhasse diante de seu dono.
Obediente como uma cadelinha, sentou aos seus pés, então sob suas ordens tirou os sapatos e abriu as calças de seu dono, chupou seu pau lambuzando-o com saliva, lambia a cabeça descendo até o saco, cuidadosamente, queria agrada-lo.
Ouvia seus gemidos e obedeceu quando mandou parar de chupa-lo e olha-lo em seus olhos, no instante seguinte sentiu um tapa forte em seu rosto, seguido de outros, além de palavrões que descrevia sua condição de puta, tremia excitada, assustou-se um pouco quando rasgou sua lingerie com um canivete deixando- a nua, mandou virar e a amarrou na cama, com sua lingerie.
Estava tensa quando sentiu seu pau, entrando inteiro em seu cuzinho, gemia de dor e prazer, enquanto se ajustava ao tamanho do pau, abrigava-o. Seus movimentos eram fortes, cadenciados, puxava seus cabelos e mandava rebolar gostoso para tentar agrada-lo, como uma puta obediente. Numa de suas estocadas sentiu a porra escorrendo por entre suas pernas e gozou por te-lo agradado.
Soltou-lhe os pulsos com o canivete e colocou-a sentada em seu colo, passou uma de suas mãos em seus cabelos e  agradeceu sua cadelinha obediente, foi para o banho, voltou pronto para ir embora. 
Desceram as escadas do hotel de mãos dadas, com um sorriso cúmplice, de quem sabe muito um do outro, aquela intimidade velada adquirida em anos de relacionamento.
Foram para casa juntos, rindo sobre suas loucas fantasias, negociando sobre quem lavaria a louça do jantar, afinal o casamento tem dessas coisas.
Neste momento, lembrava do seu Dom, sem saudades, agora estava com seu marido. 
 
Bjs e muito @SexoyRocknroll
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