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Numa conversa regada a cerveja  e Marlboro, o tema sexo entrou em pauta, e meu recente amigo decidiu me contar uma história que tive que pedir que colocasse em texto para publicar aqui, e ele o fez:

Você já conheceu uma mulher que desde o primeiro momento em que colocou os olhos sobre ela, ela toma posse de sua alma? Foi como uma Lolita de Nabokov que ela entrou na minha vida. Moleca, menina, mulher com olhar inocente, corpo pequeno, delicada e ruiva daquelas que fazem a gente ter vontade de pegar no colo cheio de “boas intenções”, se é que você me entende…

Tinha a imaginação fértil típica de mulheres que quando entram na vida de um homem instauram a duvida: “Sou legal não estou te dando mole…” Ahhhh o destino esse trollador incorrigível, às vezes penso que em sua figura humana seria um aficionado pelos contos de Nelson Rodrigues, mas isso não vem ao caso, o que interessa são as situações que ele nos coloca do tipo, Olhe! mas não toque… Toque! Mas não prove… Prove! Mas não goste… E foi assim todos os dias desde que eu a conheci.

Olhe! Mas não toque… Quando ela entrou pela porta veio se sentar próximo a mim como justamente teria que ser, e com o passar do tempo fomos aos poucos nos aproximando, como toda boa aluna ela sempre estava perto rondando e me fazendo perguntas e eu pensando que meus tempos de caça haviam terminado senti por dentro um desejo que a muito não tinha. Aquela garota sabe provocar mesmo que sem intenção, quando vem até minha mesa se abaixa sinto o perfume que vem da sua nuca, seu halito. Posso sentir até o calor do seu corpo mesmo sem tocar…

Toque! Mas não prove… Em um dia normal, como qualquer outro eu pensando que já estava conseguindo dominar meus instintos notei que aquela menina sempre alegre estava séria parecia estar desconfortável com algo, conversamos perguntei o que a estava incomodando e aos poucos ela foi se abrindo, eram problemas da tenra idade, típicos de quem tem apenas 19 anos e ainda não saiu totalmente da adolescência, mas também não entrou no mundo dos adultos… Já passei por isso, mas percebi que aquilo realmente a estava incomodando. Conversamos, eu realmente gostava de falar com aquela garota, dar conselhos… O problema é que não sabia se era apenas solidariedade ou vontade de estar perto, cada vez mais perto, quando ela terminou de contar sua historia, senti que ela precisava de um abraço e foi que ela recebeu e pela primeira vez pude sentir o calor do seu corpo junto ao meu…

Prove! Mas não goste… Mais uma vez os dias se passaram, e nossa química ficou mais apurada ele passou a falar mais dela, e eu passei a falar de mim, ela me contava suas experiências, das poucas, mas intensas experiências que viveu, senti que já estava rolando uma tensão quase sexual entre nós, ambos tentávamos manter uma distancia segura, mas não existem níveis seguros nesse tipo de situação…

Nossos olhos se cruzaram tomei ela no colo e o beijo foi inevitável o calor do seu corpo tornava meu desejo ainda mais incontrolável aquela guria parece que foi feita sob medida, seu corpo encaixava no meu com tal perfeição… A leveza de movimentos era deliciosa o calor era tanto que fomos nos livrando de nossas roupas enquanto nos beijávamos e da mesma forma que nossa roupas estavam no chão todo o conteúdo da minha mesa também foi para lá. Dela apenas havia restado a calcinha, daquelas do tipo shortinho, aquela peça combinava tão bem com o seu estilo que só aumentou ainda mais o meu tesão com apenas um braço a coloquei sentada sobre a mesa e fui beijando seu pescoço descendo pelos seus seios, passei por sua barriga senti sua respiração ofegante puxei aquele pedaço de pano para o lado que me separava do que eu esperei por tanto tempo e fiz nela o melhor sexo oral que já fiz em minha vida.

Eu já não estava mais com a menina, com a aluna, com a amiga eu estava com uma mulher, seu gemido alto suas mãos no meu cabelo puxando meu rosto contra seu sexo me deixavam ainda mais louco de desejo quando percebi que ela jogou sua cabeça para traz senti que ela tinha chegado ao clímax pela primeira vez, e decidi que não seria a única. Peguei a em meus braços abri suas pernas a suspendi e a trouxe para junto do meu corpo e ali em pé mesmo eu a penetrei. Olhos nos olhos eu controlava o ritmo do entra e sai e pela primeira vez em meses eu me senti no controle da situação ela me abraçou mais uma vez, só que desta vez com muita força de uma maneira quase selvagem senti suas unhas nas minhas costas e seus dentes no meu pescoço, penetrei forte ouvi seu grito e senti seu corpo todo tremer, chegamos ao orgasmo, forte intenso…

Naquele momento o mundo parou, nada mais importava, às convenções sociais a diferença de idade, nada! Só um pensamento me passou pela cabeça: Pois é destino, eu olhei, toquei, provei… e gostei.

Conto do Pervert Phantom

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